Luíza

Depois de muito tempo, estou de volta. Nestes 9 meses de afastamento, minha vida mudou muito! Troquei de emprego, conheci novos amigos, novos amores, viajei bastante e pretendo não mais deixar de escrever os meu contos. Aliás, prometi isso a mim mesma.

Neste meu novo trabalho, a maior parte do efetivo são mulheres. Casadas, solteiras, divorciadas, amigadas, namoradas… Como não podia deixar de ser, o instinto feminino me chamou atenção de uma, entre tantas naquele escritório… Luíza. Ela era linda. Tem 23 anos, publicitária recém-formada e que tem grandes sonhos e objetivos. Ela era uma morena, altura mediana, peso certinho… e lindas pernas. Graciosa ao andar, ao falar, e seus lábios carnudos deixavam qualquer um de quatro quando ela abria um sorriso malicioso juntamente com um olhar sem-vergonha. Até então, não sabia que Luíza também gostava de mulheres. Numa sexta-feira, na saída do trabalho, chovia muito e ofereci uma carona a ela. Ela aceitou. Só de estar com meu corpo perto do dela e sentir aquele perfume delicioso, minha buceta latejava de tesão… Durante o percurso íamos conversando e eu desejando cada vez mais descobrir aquele corpo escondido por trás de uma blusinha clara que deixavam seus biquinhos entumecidos a mostra e uma saia jeans curtinha que mostrava suas pernas perfeitas. A conversa fluía tranquilamente quando percebi de relance que ela espiava por entre os botões da minha blusa… a partir daí, comecei a sentir que ela também me desejava… Ás vezes ela falava algo e lançava pra cima de mim um olhar de enloquecer que me deixava sem ação. A vontade que eu tinha naquele momento, era entrar no primeiro motel que tivesse no caminho. Me segurei. Não podia assustar a garota, precisava que ela me mostrasse que também me queria. Ela, enfim, tomou a iniciativa. Disse que já havia percebido meu interesse e que aceitou a carona de propósito. Disse que me admirava como pessoa, profissional e como a mulher mais gostosa do escritório (sim, ela usou este termo). Era o sinal verde que eu precisava… Paramos num sinal e eu coloquei minha mão sobre sua coxa e ela deixou que eu a acarinhasse…enquanto minha mão deslizava pela sua pele, ela mordia o lábio de tanto tesão que estava sentindo. Estávamos perto da minha casa e não hesitei…Começamos no elevador do prédio e quando vimos já estávamos na cama, completamente enloquecidas uma pela outra… Luíza era ainda mais linda do que eu imaginava… ainda no carro, deslizei minha mão até sua bucetinha, que estava encharcada e quente, muito quente… a safada tirou a calcinha e me deixou descobrir sua bucetinha com meus dedos ansiosos… Quando caímos na cama, arrancamos nossas roupas e matamos o desejo que tínhamos uma pela outra…Ela era gostosa demais, chupei sua buceta com toda a minha vontade e gozamos muito durante horas… exaustas…Depois de tudo, Luíza vestiu-se e foi embora. Nem a vi sair, mas ela deixou um bilhete: “_Reunião na segunda-feira. Local: minha casa. Um beijo.”

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Acordando…

Um dia quente no Rio de Janeiro. Normal. Dia de praias lotadas, um sol de rachar, mulheres bonitas desfilando de micro-biquinis nas areias de Ipanemas. Muitas e delicosas “Garotas de Ipanema”. Eu e Ela, depois de uma noite caliente, como praticamente todas as noites que passamos juntas, acordamos. Levei café na cama, vestida apenas com uma calcinha…deixei a bandeja na mesinha e fui delicadamente acordá-la para curtirmos uma praia. Passei as mãos pelos seus cabelos macios, seu rosto de pele de bebê, acariciei seu corpo todo nu passando pelos mamilos rosados e descendo até seu sexo…aos pouquinhos, fui acariciando mais e brincando com meus dedos naquela bucetinha deliciosa e que já estava toda molhadinha…à minha espera…demos uma “rapidinha” e gostosa trepada naquela manhã…chupei-a toda com vontade de devorá-la com minha boca sedenta…a fiz gozar na minha boca e quando tudo terminou, fomos correndo pro chuveiro, pois aí era a minha vez de receber carinhos…Adoro tomar banho com ela, adoro suas mãos percorrendo meu corpo, me pegando com força e tesão. Adoro quando ela segura minhas mãos, não me deixando tocá-la…me sinto dominada e a sensação é muito gostosa. Ela me pega de jeito, me prensa na parede gelada que deixa os bicos dos meus seios ainda mais intumescidos…Ela usa um “brinquedinho” e enfia com vontade aquele pau imenso na minha buceta encharcada…eu gozo até ver estrelas…ela por trás, com aquela cinta, me atochando…me fazendo chegar ao paraíso…depois, me coloca de quatro, com a bundinha bem arrebitadinha pra ela e começa a lamber meu cuzinho, de leve enfia os dedos e depois mete aquele pau grosso que entra quase rasgando, mas que apesar da dorzinha inicial, me deixa enloquecida de tanto tesão…e assim, ela me come, de frente, de trás, de quatro…e eu, enloqueço cada dia mais por essa mulher!

PS: Próximo capítulo: a ida para a praia.

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Fim de semana…

Eu sabia que ela viria. Ela sempre vem. Ela chegou, suada, naquele jeans apertado que marcava e dividia sua bucetinha linda…olhei-a de cima a baixo e pensamentos muito sem-vergonhas me invadiram. Ela entrou, me deu um beijo cheio de saudade e disse que precisava de um banho pra refrescar. Deixou os livros e a bolsa em cima do sofá e foi em direção ao quarto já tirando a roupa pelo caminho…chegou ao quarto só de calcinha…uma calcinha linda, branca bem pequena e de alcinha…fiquei só admirando aquela cena daquela mulher maravilhosa se despindo na minha frente..não resisti…fui atrás. Ela chegou no quarto, tirou a calcinha e ficou totalmente nua, suada e linda…seu corpo moreno realçava a marquinha bem branquinha do biquini e isso me deixou morrendo de tesão e toda molhada. Enquanto ela se enrolava na toalha, ia me contando como tinha sido seu dia e eu, com tudo “aquilo” na minha frente, quase não prestava atenção no que ela me dizia…foi difícil me concentrar no assunto…ela se enrolou na toalha verde limão e se dirigiu ao banheiro. Entrei com ela e ficava observando todos os seus movimentos, admirada por tamanha beleza. Ela entrou, ligou o chuveiro e deixou a porta do box aberta, para que eu, de onde estava, pudesse vê-la. Quando percebeu meu estado que quase êxtase, fez aquela cara de safada e começou a passar as mãos pelo seu corpo com toda sua sensualidade…aquela água escorrendo pelos seus seios, seus biquinhos durinhos pelo contato com a água fria, iam me deixando maluca…ela se virou de costas e vidrei o olho naquela bunda maravilhosa e que ela faz questão de exibir…pediu pra esfregar suas costas e eu como sempre, muito solícita, atendi. Tirei a minha roupa (estava só de calcinha e camisete) e entrei no chuveiro junto com ela…ela de costas pra mim e eu me esfregando naquele bumbum delicioso, acariciando seus seios, sua bucetinha e todo aquele corpo que eu gosto tanto…essa mulher me enloquece! O tesão tomou conta do meu corpo e virei-a de frente pra mim, encostei-a na parede e desci até sua xaninha, lambendo e chupando gostoso e do jeitinho que eu sei que ela gosta…enquanto isso, a água do chuveiro, fria, caía sobre nossos corpos ferventes de tesão…enfiei meus dedos com muita vontade naquela buceta molhada e a fiz gozar na minha boca por várias vezes…perdemos a noção do tempo em que ficamos ali, fazendo amor e se entorpecendo de prazer…terminamos nossa “brincadeirinha” na cama e , depois de muito tempo, adormecemos, encaixadas, abraçadas e cansadas…de tanto foder.

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Ontem…

Ela…

E ontem ela esteve aqui. Vestida com aquele vestido que eu adoro. Linda. Quente. Com aquela cara de safada que eu gosto mais ainda…rsrs! Tomamos um vinho, trocamos carícias…Deliciei-me em seu corpo a noite inteira. Aquele corpo perfeito, sedento…Tivemos uma noite tórrida de amor e sexo, nos entregamos de corpo e alma. Hoje ela foi embora. Cedo. Me deu um beijo e não me disse se voltava. Eu a espero, novamente.

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Festinha na Universidade

Era uma festa da universidade. Festa a fantasia, mas já com intenções de virar um surubão. Foi sugerido fantasias sensuais, pouquíssima roupa. Todos seguiram as regras. Pessoas dançavam e bebiam, quase nus e o clima esquentava cada vez mais. Homens e mulheres, se abraçavam, se beijavam e se esfregavam uns nos outros ao som daquela música que quase entorpecia. Mulheres lindas, outras nem tanto, mas todas muito sensuais em seus pequenos trajes. De enfermeiras a bruxas, todas deixavam a mostra seus corpos suados. Bruna, uma morena jambo, trajava um mini-biquini amarelo daqueles amarradinhos nos lados e carregava consigo uma miniatura de prancha de surf. A surfista mais deliciosa da festa. Bruna era dona de um corpo de dar inveja, sem marcas, somente curvas, as quais eram objeto de desejo de grande parte dos marmanjos e de muitas garotas também. Ela desfilava pra lá e pra cá, segurando um copo de cerveja e rebolando aquela bundinha bem redonda. A cena fazia delirar até o mais resistente dos mortais. Dirigiu-se à pista de dança e ficou lá, dançando e se deixando envolver por aquela música. Bebeu muito e começou a se soltar. Rebolava aquela bunda maravilhosa e arrebitava em direção á platéia que a admirava. Fazia movimentos sexies que deixava os homens de pau totalmente duro. E rebolava e rebolava até que, decidiu fazer um striptease. Dançou como uma dançarina de boate e de leve, começou a desamarrar o biquini. Primeiro tirou a parte de cima, exibindo para todos aqueles seios lindos. Bicos durinhos, loucos por uma boca que os chupasse gostoso…Rebolou mais e mais até que começou a desamarrar a calcinha. Em movimentos muito sensuais, ela desamarrou os dois lados e começou a esfregar o biquini pelas alcinhas, pra frente e pra trás naquela bucetinha pequenininha e que parecia estar bem molhadinha…depois, jogou-o longe começou a dançar mais e fazer movimentos como se pedisse que alguém a comesse. As pessoas que estavam ali, deliciando-se com aquela cena, cederam ao seu pedido…Logo, Bruna recebeu um pau enorme, grosso e molhado na sua bucetinha apertada e também molhada de tesão…enquanto este rapaz lhe fodia gostoso, metendo e metendo naquele rabinho, suas amigas abocanhavam seus seios e acariciavam seu corpo todo, passando a mão pelo seu grelinho e apertando-o de leve…Bruna gemia alto  e o tesão era tanto que ela até esqueceu onde estava. Depois, enquanto ela chupava uma rola gostosa, as garotas lambiam toda sua bucetinha molhada em busca do seu leitinho gostoso. Ela gozou muito, muitas e muitas vezes. As pessoas, enlouquecidas com aquela cena e todo aquele clima de sedução, iam se chegando e a festa acabou virando uma grande suruba…todos ali se beijavam, fodiam, entre homens e mulheres…Mulheres tiraram suas roupas e escolhiam em que pica queriam sentar…Enquanto eram fodidas e arregaçadas por aqueles homens, as mulheres vinham beijar-lhes os seios, chupar, lamber suas bucetas encharcadas e loucas por sexo. Enquanto isso, Bruna deliciava-se dando sua buceta pra um, seu cuzinho gostoso pra outro e chupava a xaninha toda raspadinha de sua colega de aula até levá-la ao gozo…Essa foi a festinha de faculdade de Bruna, que voltou pra casa extasiada de tanto prazer.

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No Avião

Quando comprou sua passagem, Mariana não imaginava o quão excitante seria sua viagem. Como fazia a cada quinze dias, voava a trabalho para São Paulo e aquela era mais uma noite fria de primavera. Eram nove da noite quando ela embarcou e a viu deslumbrante naqueles uniformes de companhia aérea. Flávia. Uma comissária de bordo, loura, cabelos escondidos por um coque bem feito, saia justa acentuando seus quadris e deixando a mostra em generosas curvas, uma bunda redonda e empinada, para o deleite de todos os passageiros que notaram aquela mulher exuberante.Uma camisa branca, levemente aberta fazia Mariana imaginar seu corpo completamente nu. Cada vez que ela percorria o corredor apertado do avião, Mariana aproximava-se discretamente para sentir o seu perfume. Flávia notou os olhares maliciosos daquela mulher sentada e que ficava admirado-a. Safada, abriu mais um botão da camisa e mordeu o lábio. Mariana foi ás nuvens. Queria aquela mulher. O fato de estar dentro de um avião e com dezenas de pessoas á sua volta, fazia com que ela ficasse cada vez mais excitada e com sua calcinha molhada. Mariana usava uma saia preta, soltinha e uma calcinha bem pequena. O ar condicionado fez com que ficasse com frio, o que deixou seus biquinhos totalmente a mostra sob a blusa colada. Elas se desejaram e Mariana imaginou-se no banheiro do avião, possuindo aquela mulher. Passados alguns minutos, Mariana levantou-se, ajeitou a saia e seguiu para o banheiro. Logo, Flávia, discretamente, entrou atrás e começou a beijar Mariana com muito tesão. As duas estavam enloquecidas de tanta excitação e entregaram-se ao prazer daquele momento. Mariana abriu a camisa branca de Flávia e segurou com firmeza aqueles peitos enormes que mal cabiam em suas mãos. Acariciou-a e chupou com vontade os mamilos enrijecidos da comissária. Flávia, por sua vez, enfiou seus dedos naquela xaninha encharcada e masturbava Mariana com toda sua delicadeza. Mariana quase urrava de prazer enquanto Flávia se deliciava com sua buceta quente e muito molhada. Flávia sentou Mariana na pia do banheiro, abriu bem as pernas de Mariana e a chupou muito, lambendo seu grelinho, seus lábios e até seu cuzinho…Mariana não se continha mais e gozou e gemeu muito! Depois foi a vez de Flávia, de costas, abriu bem sua bundinha e deixou que Mariana fizesse o resto. Ela a chupou e enfiou seus dedos na bucetinha e no cuzinho apertado de Flávia que se contorcia de tanto tesão. Lamberam-se e chuparam-se muito naquele banheiro. Depois de tudo, trocaram telefone e Mariana voltou ao seu lugar, discreta e fazendo cara de que havia passado mal. O avião pousou logo em seguida e elas foram embora, cada uma para seus destinos, mas com o sabor uma da outra em suas bocas.

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O Encontro

Então, elas se olharam. Os olhos se cruzaram numa fração de segundos e ela, Júlia, sentiu seu coração estremecer e seu corpo arrepiar. Não conseguia encarar os olhos daquela desconhecida que parecia lhe despir com a intensidade com que olhava pra ela. Entre uma música e outra, um chopp e outro, Júlia sentia que estava sendo descaramente observada e isso começou a lhe excitar. Sua blusa branca, sem sutiã, deixava a mostra os biquinhos duros que caracterizavam o tesão que começava a tomar conta do seu corpo. A desconhecida, pacata, em sua mesa, cercada por algumas pessoas, apenas olhava as reações de Júlia e deixava pairar sobre seu rosto um sorriso malicioso, que deixava Júlia mais alucinada ainda. O bar, era um lugar aconchegante, porém pequeno, com algumas poucas mesas e cadeiras e uma música agradável sempre tocando ao fundo. Uma vez por semana, Júlia e suas amigas da faculdade, Larissa, Cacau e Gabriela, sempre se reuniam ali para beber um chopp e jogar conversa fora. Ás vezes Ricardo, também amigo da faculdade e apaixonado por Júlia, ia junto. Dessa vez ele não foi. Conversa vai, conversa vem, muitos e muitos chopps depois, Júlia decidiu ir dançar. Foi sozinha pra pista e lá dançava e rebolava muito, como se deixasse a música e o tesão dominarem os seus movimentos…enquanto a desconhecida continuava a lhe olhar, sem piscar, nem esboçar qualquer movimento, apenas um leve sorriso destacado por lábios grossos e um batom vermelho sangue. Júlia se exibia, mexia muito sua bundinha gostosa, redonda e arrebitada…ela estava com uma mini-saia jeans e uma blusa branca. Rebolava até o chão deixando a mostra a mini-calcinha preta que estava usando e que já estava encharcada. Júlia era uma menina linda, não era muito alta mas tinha um corpo escultural. Pernas bem torneadas, bumbum redondinho e com marquinha de biquini. Seus seios eram um espetáculo, redondos, seus biquinhos duros e rosadinhos pedindo para serem chupados…Júlia estava lá, solta na pista, dançando como há tempos não fazia, quase em êxtase. Em um dado momento, abriu os olhos e disfarçadamente procurou a mulher que olhara para ela anteriormente e não a encontrou. Para sua surpresa, sentiu uma mão macia entrando por debaixo da sua mini-saia e apertando com vontade seu bumbum gostoso. Não quis olhar para trás pra ver quem era, apenas se deixou levar por aquela sensação que invadia seu corpo inteiro…seguiu dançando e rebolando…a pista lotada, ninguém percebia o que acontecia ali. Ela, a desconhecida, pegou-a por trás e se esfregava em Júlia misturando seu suor com o dela…Ela também era uma mulher bonita, exuberante, sensual. Vestia um vestido preto, com um decote generoso que quase deixava a mostra seus belos e grandes seios. As mãos se encontravam nos corpos uma da outra e Júlia agarrou-a pelo bumbum com toda a força que possuía e morrendo de tesão…ali elas ficaram por alguns momentos, se esfregando, dançando, se descobrindo…Júlia percebeu que a mulher estava sem calcinha e ficou mais louca ainda…enfiou sua mão por baixo do vestido e sentiu sua bucetinha toda depiladinha e completamente molhada…não pensou duas vezes e enfiou seus dedos longos e finos naquela buceta quente num movimento de entra e sai sequencial…passou seus dedos pelo clitóris, friccionando levemente até levá-la ao gozo…ela gozou gostoso na pista de dança e ninguém viu nada…nesse momento, a desconhecida puxou Júlia pela mão e continuaram aquele ritual embaixo da escada, num cantinho perfeito…Ali, ela levantou a blusa de Júlia e caiu de boca naqueles peitinhos maravilhosos, totalmente duros de tanto tesão, e chupou muito, muito até Júlia não aguentar mais…seus dedos percorriam o corpo de Júlia de cima abaixo, como se ela não estivesse acreditando que tinha nas suas mãos uma mulher daquelas, linda e deliciosa…acariciava suas coxas, sua bunda, sua barriga, seus seios e se beijavam, loucas e sedentas por sexo…com delicadeza, tirou a calcinha de Júlia, enfiou seus dedos naquela bucetinha molhada e gostosa, tocou seu clitóris enrijecido com carinho e firmeza…e depois caiu de boca, chupando muito aquela xana maravilhosa e cheia de tesão. Júlia não se continha e gozou várias vezes na boca daquela desconhecida. O tesão havia tomado conta das duas e elas não puderam resistir. Ficaram ali por algumas horas, sem trocar uma palavra e nem ao menos saberem os nomes uma da outra. Depois de extasiadas de tanto prazer, deram um beijo quente e a desconhecida foi embora. Júlia voltou para a mesa, como se nada tivesse acontecido, apenas com uma cara de prazer e um sorriso safado…Em seguida, a festa acabou e ela foi pra casa. Adormeceu com a imagem daquela mulher na sua cabeça.

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